– Editora Relógio d`Água. Tradução direta do alemão e Prefácio: Frédéric Vandenberghe e Leopoldo Waizbort. Ano 2011 - 248 páginas. Tamanho 23 x 16 cm. Livro novo, impecável. - Resumo: Simmel (1858-1918) foi um pensador refinado que, dentre inúmeros temas, produziu fascinante reflexão sobre a experiência religiosa. Nasceu em Berlim, de uma família de origem judia. Seu pai converteu-se ao catolicismo, sua mãe ao protestantismo e ele foi batizado e se casou com protestante. Mas, no final da vida, Simmel assumiu publicamente suas raízes judias. Ele foi um daqueles pensadores totais que trabalhou em sociologia, filosofia, antropologia e psicologia. Junto com Max Weber e Ferdinand Tönnies, Simmel fundou a Sociedade Alemã de Sociologia e esteve no centro da vida intelectual e artística da sociedade berlinense. Seu pensamento está presente em vários dos principais intelectuais do século XX: foi acolhido na França antes da 1ª Guerra e recebido com entusiasmo pela Escola de Chicago. Mesmo tendo sito uma referência para Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, ele ainda é pouco traduzido e conhecido no ambiente acadêmico brasileiro. Suas ideias fazem uma síntese a partir de duas fontes principais: inicialmente o neokantismo e, mais adiante, o vitalismo. Segundo Waizbort (2000), Simmel elaborou a ciência do moderno e do relativo, procurando captar o movimento da vida, bem como as relações mais discretas entre indivíduos, articulando-as à sociedade.